Futebol perderá espaço? Modalidades crescem no Brasil e prometem ‘bombar’ até 2030

Corrida de rua cresce no Brasil (Magnific)
Falar de esporte no Brasil ainda é, inevitavelmente, falar de futebol. Apesar de o domínio estrutural da bola nos pés ser inquestionável, especialmente no que diz respeito ao interesse pelos campeonatos profissionais, outras modalidades esportivas têm atraído cada vez mais praticantes.
O mercado analisado pela TipsGG palpites, a mídia e os patrocinadores já perceberam esse movimento esportivo. Agora basta você escolher qual será sua próxima modalidade favorita para acompanhar de perto.
Corrida de rua
Saindo das quatro linhas e indo para o asfalto, a corrida de rua caiu nas graças do público. Segundo estudo apresentado pela Box1824 e pela Olympikus neste ano de 2026, já há 15 milhões de praticantes amadores no Brasil. O esporte se tornou um grande aliado da saúde, tanto física quanto mental, principalmente por não exigir equipamentos muito caros ou grande investimento inicial.
A prática é altamente democrática. Você pode começar dando pequenos trotes e logo estará se sentindo bem e confiante em provas de 5 km.
Vôlei
O futebol é a base da pirâmide esportiva brasileira, concentrando boa parte da atenção e da verba publicitária destinada ao esporte, e o vôlei é, sem dúvidas, a segunda força coletiva mais consolidada do país. Enquanto 22% dos brasileiros que ingressam na vida esportiva escolhem futebol ou futsal, 10% optam pelo vôlei. Esses dados são recentes e foram divulgados pela Consumoteca e pela Decathlon.
Basquete
O Novo Basquete Brasil (NBB), organizado pela LNB, vem provando que um planejamento bem feito acarreta resultados sólidos. O campeonato nacional masculino demonstra uma estabilidade invejável, contando com até 20 equipes – uma delas, o União Corinthians (Santa Cruz do Sul/RS), por exemplo, com média de 4 mil torcedores por jogo na temporada 2024/2025. Nas finais do NBB, os ginásios costumam lotar.
A nova era do esporte nacional
Fica claro que o futebol não vai perder sua coroa tão cedo. Ele continuará sendo o carro-chefe da nossa cultura e o maior motor econômico esportivo. A hegemonia, no entanto, não significa estagnação. O Brasil caminha a passos largos para se tornar um país de múltiplas paixões.